Veolia destaca o papel estratégico da gestão hídrica e da sustentabilidade na Cúpula Empresarial França-Chile
Autoridades, líderes empresariais e representantes do meio científico se reuniram para abordar as oportunidades de cooperação e investimento em áreas estratégicas. Da parte da Veolia, enfatizamos que a segurança ambiental é hoje um fator determinante para a competitividade.
Os desafios associados às mudanças climáticas, à transição energética, à segurança hídrica e à transformação tecnológica estão impulsionando uma nova etapa de colaboração entre o Chile e a França, fortemente focada em inovação e desenvolvimento de soluções sustentáveis. Nesse contexto, a recente Cúpula Empresarial França-Chile, organizada pela Câmara de Comércio e Indústria França Chile, foi um espaço-chave para promover projetos estratégicos e acelerar investimentos diante de um cenário global dinâmico.
Durante sua participação no encontro, Sébastien Daziano, vice-presidente sênior de Estratégia, Inovação e Desenvolvimento da Veolia, afirmou que a sustentabilidade se tornou um elemento central para o avanço econômico. Daziano destacou que "a transição sustentável deixou de ser apenas um desafio ambiental e hoje é um fator determinante para a competitividade, o investimento e o desenvolvimento econômico dos países".
Diante desse cenário, a Veolia destacou o papel crítico dos recursos hídricos para o futuro produtivo. Segundo detalhou Sébastien Daziano, a gestão da água é hoje uma prioridade absoluta: "garantir sua disponibilidade, qualidade e eficiência será fundamental para acompanhar o crescimento do Chile, especialmente em setores como mineração, energia e infraestrutura".
Inovação e alianças de longo prazo
A colaboração franco-chilena permite avançar em áreas vitais como energia, água, infraestrutura, transporte e tecnologia. Assim destacou o embaixador da França no Chile, Cyrille Rogeau, que avaliou positivamente a contribuição das empresas francesas instaladas no Chile dentro dos setores estratégicos para o crescimento sustentável. Por sua vez, a subsecretária de Relações Econômicas Internacionais, Paula Estévez, enfatizou a necessidade de fomentar um ambiente propício para atrair projetos de investimento de longo prazo junto à França, a quem classificou como um aliado estratégico.
Durante os diversos painéis, especialistas e instituições concordaram que a economia circular, a colaboração público-privada e a gestão sustentável dos recursos são ferramentas-chave para responder aos atuais desafios ambientais e, ao mesmo tempo, melhorar a competitividade das indústrias. Também foi ressaltado o potencial de conectar a pesquisa científica com as empresas para acelerar a aplicação de soluções reais.
Por fim, a cúpula colocou em perspectiva como o uso de áreas emergentes, como a inteligência artificial e as tecnologias de fronteira, será decisivo para transformar conhecimento em soluções escaláveis que continuem aprofundando o desenvolvimento e a cooperação entre ambos os países.