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 13 Mai. 2021 



 

 

 

No dia 20 de abril, a Veolia Brasil se reuniu com especialistas da área energética e importantes nomes da indústria química para debater o tema **“Gestão Energética: como aliar sustentabilidade, custos e performance na indústria química”.**

Ao lado de J*osé Renato Bruzadin*, Diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios, e *Francisco Dal Rio,* Diretor Técnico e de Performance, ambos da Veolia Brasil, participaram do bate-papo *Ciro Marino*, presidente da Abiquim, *Newton Duarte*, presidente da Cogen, *Gabriela Carvalho*, responsável por eficiência energética na Braskem, e *Ezio Musetti*, gerente de utilidades industriais na Rhodia-Solvay Brasil.

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), o setor gera cerca de 2 milhões de empregos diretos e indiretos. Hoje, a indústria química representa 11% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, sendo sua sustentabilidade e futuro um assunto da maior importância para o país.

O encontro abordou temas como a importância do consumo energético para a indústria, dado seus grandes impactos em custo e pegada ambiental, e a consequente urgência para o setor de otimizar suas matrizes e de adotar os conceitos da indústria 4.0. Neste último ponto se destaca a digitalização, automação, coleta e análises de dados de consumo e performance, entre outros, tudo para gerar eficiências energéticas na busca de competitividade.

Os especialistas discutiram também a relevância do Brasil no cenário de energia renovável para o desenvolvimento de um mercado mais sustentável. Hoje, a energia elétrica é o principal componente de custo da indústria de cloro-álcalis. De acordo com dados das empresas do setor levantados pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em 2013, a energia elétrica respondeu por 46% do custo operacional da indústria naquele ano.

No entanto, no Brasil temos um cenário bastante promissor em relação ao uso de energia de fontes renováveis. *No País, a energia gerada a partir dessas fontes representa 46% do total, incluindo biomassa, energias eólicas e solar. A nível mundial o índice cai para 14,2%, e a média dos países que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é de 10,8%.*

Dentre as oportunidades mapeadas pela Abiquim estão o incentivo ao desenvolvimento sustentável e a nova estrutura de química 4.0, que traz inovações para os setores automotivo, construção e indústria de embalagens, que ocorrerão de forma gradual.

A **Veolia** vem trabalhando em projetos cada vez mais sustentáveis para melhorar a eficiência energética de seus clientes e **reduzir a pegada ambiental**. De acordo com Francisco Dal Rio, Diretor Técnico e de Performance da Veolia Brasil, a companhia auxilia as empresas na definição da matriz energética que será utilizada, na transformação de tecnologias e no uso correto da energia com o objetivo de evitar desperdícios.



 

 

 



“Temos atuado na gestão de energia de forma integral, levando em consideração esses três pontos para obter o menor custo de energia e a melhor eficiência energética em todos os nossos projetos”  
 

 

Francisco Dal Rio

 

Director Técnico y de Rendimiento de Veolia Brasil

 

 

 

 

 





Para rever o webinar, [clique aqui.](https://www.youtube.com/watch?v=JCvNuZPqKRo)



 

 

 



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